https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/issue/feed Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura 2020-11-12T07:45:59-03:00 Valeria Aparecida Bari revistacajueiro@gmail.com Open Journal Systems <p><strong>Escopo</strong>: A Revista Cajueiro é editada pelo PLENA: Grupo de Pesquisa em Leitura, Escrita e Narrativa, em formato eletrônico. É publicada pelo Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas da Universidade Federal de Sergipe. Se trata de um periódico científico semestral, que tem como objetivo principal promover a difusão, democratização e fortalecimento das pesquisas em Ciência da Informação, com ênfase na contemplação dos objetos e objetivos referentes à formação de leitores e da cultura da leitura, em todos os seus aspectos e ambientes sociais, assim como observar as repercussões positivas dos hábitos e gostos leitores na sociedade. Visa também ampliar o diálogo com a comunidade científica internacional e contribuir para o desenvolvimento da sociedade, nos caminhos da leitura.<br><strong>E - ISSN</strong>: 2595-9379</p> https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14429 Expediente 2020-11-12T07:29:39-03:00 Valéria Aparecida Bari valbari@gmail.com <p>Expediente da Revista Cajueiro</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14428 Editorial 2020-11-12T07:32:00-03:00 Valéria Aparecida Bari valbari@gmail.com <p>segundo número do volume dois de nosso periódico, semestral e bilíngue, da Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura. Seu lançamento, no período de maio a novembro de 2020, foi resultado das candidaturas de pesquisadores voltados para a formação de leitores e cultura da leitura, além de tópicos especiais em Ciência da Informação. O Grupo de Pesquisa em Leitura, Escrita e Narrativa (GRUPO PLENA) segue promovendo debates e encontros, nos quais fortifica a captação de artigos para essa publicação.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14730 Literatura infantil e hipertextualidade 2020-11-12T07:33:56-03:00 Penha Élida Ghiotto Tuão Ramos elidatuao@hotmail.com Analice de Oliveira Martins analicemartinsoliveira@gmail.com <p>As narrativas destinadas ao público infantil valem-se de encadeamentos sequenciais de imagens para contar suas histórias, podendo ser compreendidas, portanto, como manifestação de arte sequencial. Nessa perspectiva, a proposta em questão traz uma breve análise sobre a linguagem sincrética que compõe a sequência narrativa dos textos literários destinados ao público infantil. Dessa forma, os componentes não verbais que constituem a sequência dos textos sincréticos da literatura infantil extrapolam o lugar comum do ornamento lúdico, tornando-se instrumentos de apropriação e socialização da leitura literária e, por conseguinte, do letramento literário. A fim de esclarecer essas questões, adotou-se um enfoque qualitativo, de caráter exploratório, perpassando por revisão teórica. A ludicidade conferida pela estrutura sincrética e hipertextual do texto infantil ajusta-se ao cunho social e cultural ao qual uma obra pertence, inserindo o leitor, desde a tenra idade, no diálogo com o texto literário, possibilitando-lhe a formação enquanto leitor de literatura.</p> 2020-11-11T16:49:54-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14430 Publicação de conteúdos digitais por crianças em processo de letramento, utilizando os recursos do YouTube 2020-11-11T19:09:20-03:00 Thiago Vasconcellos Modenesi thiago.modenesi@unifg.edu.br Fabiana Maria da Silva fabianna.silva1@gmail.com <p>Analisa a publicação de conteúdos digitais no YouTube por crianças, sob a ótica da apropriação de informações, conhecimentos e técnicas, com criação, disseminação e fidelização de conteúdos. Sob essa perspectiva, é possível considerar que as crianças iniciam a construção de seus esquemas de conhecimento acerca da realidade fora da escola de forma autônoma e que a interação proporcionada pelo site YouTube ajuda nessa<br>construção. Torna-se necessária a reflexão sobre os benefícios e cuidados com a interação da criança nas redes sociais, que são espaços virtuais onde as vivências necessitam de acompanhamento nas faixas etárias mais tenras. Essas estratégias de produção e disseminação de conhecimentos pelas crianças são passíveis de aproveitamento em sua escolarização, principalmente no letramento, domínio da comunicação e expressão falada<br>e escrita. Por fim, a infância é momento de prazer e brincadeira, e a produção infantil não pode correr o risco de se converter em atividade laboral, perdendo seu potencial lúdico e formacional, por finalidades comerciais hegemônicas.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14731 O pioneirismo do jornalismo em quadrinhos no Brasil 2020-11-12T07:36:30-03:00 Glêyse Santos Santana gleysesfpe@gmail.com Valéria Aparecida Bari valbari@gmail.com <p>No Brasil, desde o séc. XIX, a prática da reconstituição gráfico-sequencial de fatos e crimes já era procedimento comum no jornalismo, utilizando-se experimentalmente de recursos narrativos ainda em desenvolvimento. Um de seus pioneiros brasileiros foi o artista plástico e colunista jornalístico sergipano Horácio Hora. Mediante o referencial ainda imaturo da época, Hora consegue produzir uma história em quadrinhos complexa e detalhada reconstituindo o chamado "Crime da Mala". O impacto social e comunicacional da publicação de sua reconstituição criminal influenciou todo o jornalismo e também a criminologia brasileira a partir da década de 1880. O elevado nível do trabalho de Horácio Hora elevou o status da ilustração jornalística à fonte de informação histórica e social no Brasil. Como efeito mais atual, a legislação brasileira instituiu o cargo de desenhista técnico pericial, assim como a grande maioria dos veículos de comunicação brasileiros conta com quadrinhistas em suas equipes, para garantir a informação fidedigna e inteligível aos seus leitores, em narrativas quadrinhísticas e infográficos.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/13884 Mapeamento de quadrinhos vinculados ao Kardecismo no Brasil (1960-2014) 2020-11-11T19:09:21-03:00 Amaro Xavier Braga Junior axbraga@gmail.com <p>Este trabalho consiste no mapeamento das produções editoriais de histórias em quadrinhos que estão relacionadas às instituições de prática religiosa Kardecista. É parte de uma ampla pesquisa de pós-doutorado que discute as produções de quadrinhos brasileiros relacionadas aos grupos religiosos. Mapeia as publicações enfatizando seus dados editoriais e localizando-os cronologicamente e espacialmente com o objetivo de criar um mapa que resgata e preserva a história mnemônica destas publicações.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14732 O grito de Zaturnnah 2020-11-12T07:38:30-03:00 Lucas do Carmo Dalbeto lcdalbeto@yahoo.com.br Rodrigo dos Anjos Souza rodrigo.anjoss@hotmail.com <p>Este trabalho tem por objetivo refletir a respeito da super-heroína filipina Zsazsa Zaturnnah. Criada por Carlo Vergara, a personagem foi publicada originalmente em 2002 e teve grande repercussão em seu país de origem, sendo adaptada posteriormente para o cinema e para o teatro. Parte-se do pressuposto de que os komiks como são denominadas as histórias em quadrinhos filipinas, mesmo que altamente influenciados pela produção imperialista do eixo Norte/Ocidente, cujo olhar tende a deslegitimar o Oriente e culturas diversas, representa uma iniciativa na qual se identifica a resistência anticolonial das Filipinas, tal como uma manifestação da hibridização das diversas culturas que permeiam sua sociedade. Diante disso, este trabalho se mostra um estudo preliminar a respeito da construção identitária da personagem, e não desconsidera que se trata de uma narrativa rica e multifacetada, cuja leitura deve contemplar também aspectos subjetivos que se pautam em epistemologias que priorizam o quadrante Sul/Oriente.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14735 Algumas possibilidades da HQ-escultura 2020-11-12T07:41:46-03:00 Fábio Purper Machado fabiopurper@gmail.com <p>Partindo de movimentos entre os campos da escultura, da fotografia e da história em quadrinhos, é possível caracterizar as narrativas abordadas neste texto como poéticas híbridas (BELLOUR, 1997), num borrar de fronteiras característico das manifestações artísticas da contemporaneidade. Figuram nesta discussão comentários sobre HQ de Luiz Gê, Willian Hussar, Rodrigo dMart, Indio-San, Neil Gaiman e Dave McKean, assim como algumas do próprio autor, onde fotografias de esculturas ou bonecos ou hibridações do desenho com colagens de objetos compõem as cenas das histórias contadas. No estudo destas criações a partir da noção de "HQ-escultura", é possível também operacionalizar conceitos como o efeito escultura (DUBOIS, 1988), o campo expandido ou ampliado da escultura (KRAUSS, 1979) e a filosofia da caixa preta (FLUSSER, 2002). A atenção aos modos com que diferentes artistas expandem seus campos de atuação e estabelecem com isso poéticas híbridas, além de criar um conjunto de referências para fazeres de um pesquisador em arte, também suscita pensares sobre conceitos operacionais.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14736 Quadrinhosofia 2020-11-12T07:44:06-03:00 Edgar Indalecio Smaniotto edgarsmaniotto@gmail.com <p>Tomando por referência a base conceitual criada pelo filósofo Matthew Lipman (1922-2010), que desenvolveu uma tipologia de textos filosófico-literários, desenvolvemos uma classificação conceitual de histórias em quadrinhos em distintas categorias, de acordo com sua proposta filosófica. A partir das quatro divisões conceituais, inicialmente propostas por Lipman, adaptamos as três primeiras ao cenário específico das HQs, suprimindo a quarta, por considerá-la inadequada para nossa proposta. Desenvolvemos então outras três categorias, possibilitando, assim, seis categorias conceituais para a classificação das histórias em quadrinhos quanto à sua abordagem filosófica: 1. Histórias em quadrinhos de filosofações; 2. Histórias em quadrinhos a partir de um ponto de vista filosófico específico; 3. Histórias em quadrinhos com perspectiva filosófica específica; 4. Comentário filosófico (análise de autor/sistema) em histórias em quadrinhos; 5. História da Filosofia em quadrinhos; e 6. Filosofia em quadrinhos.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura https://www.jornaisdesergipe.ufs.br/index.php/Cajueiro/article/view/14738 Fanzines 2020-11-12T07:45:59-03:00 Andrea Gomes Barbosa andrea.barbosa@iff.edu.br <p>Tendo como tema o estudo da relação entre o fanzine e a produção textual, buscou-se entender de que forma essa revista artesanal contribui para a expressividade, a criatividade e o processo<br>de autoralidade na produção de texto por crianças. O fanzine contribui para a aproximação da criança e sua produção escrita, que deixa de ser um mero exercício, para se converter em um<br>ato criativo, possibilitando que se torne autor de sua obra e a compartilha com seus pares e outros públicos leitores. A pesquisa, de natureza intervencionista, sob um enfoque qualitativo<br>teve como metodologia a pesquisa-ação. O marco teórico que guiou o processo investigativo segue os princípios sociointeracionistas. Com base nessa perspectiva, o estudo partiu da<br>concepção de gênero de Bakhtin (2011), que trata da linguagem como um modo de interação social, e de outros estudiosos que compartilham suas ideias sobre esse tema como Marcuschi<br>(2008), Schneuwly e Dols (2004); da proposta de sequência didática de Schneuwly, demonstrada por Dolz e Noverraz (2004); da produção de texto verbo visual de Nikolajeva e<br>Scott (2011); e dos estudos sobre fanzine de Andraus (2013), Guimarães (2005), Santos Neto (2010), Magalhães (2013), entre outros.</p> 2020-11-11T00:00:00-03:00 Copyright (c) 2020 Revista Cajueiro: Ciência da Informação e Cultura da Leitura